Lá Do Fundo Do Baú

Há coisas que são para guardar para sempre. Este caderno, cuja maioria das folhas foram arrancadas para dar casa a outros textos, veio comigo na bagagem porque faz parte de mim. Do fundo dos meus dezoito anos, aqui estão as primeiras crónicas que escrevi.

Não são crónicas de opinião, porque essas eram feitas em debates a que eu dava mais a voz do que a caneta, na altura. Mas são crónicas de um amor nunca vivido, de amores imaginados e de histórias que só ficam completas na mente de cada um. Permitem acomodar os sentimentos de cada qual, dão asas a finais diversos.

A primeira crónica data de 24 de Janeiro de 2005, a última foi escrita quase um ano depois. A partir de hoje, neste blog, e enquanto outros textos não chegam, decidi que vou partilhar as coisas que outrora escrevi e que me parecem agora tão distantes. Crónica a crónica, hei-de publicá-las devagarinho, mas com regularidade, quase como numa ode à minha escrita de outrora. Os alicerces das histórias que escrevo hoje são estes.

Vou arquivá-las sobre o mesmo título que lhes dei quando as comecei: “Sentimentos Que Imaginei Mas Não Senti.” E perdoem-me a lamechiche.

Carina Pereira

Crónica #1

Crónica #2

Crónica #3

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5 thoughts on “Lá Do Fundo Do Baú

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